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sábado, 17 de novembro de 2012

Vaga esperança!


Espero teus sons, a fala mansa, o riso descontente
E esse teu olhar cheio de melancolia
Que me vê como sou: desajeitada!
Preciso da tua imagem, agora!
Pra não explodir um prédio
Pra não por fogo nas calçadas
Distante: te assisto!
Sou aquela da arquibancada.

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